domingo, 20 de fevereiro de 2011

Em Itiquira, governador afirma que se dedica para ferrovia chegar até Cuiabá


Sissy Cambuim,Site RD News
enviada especial a Itiquira

Ao mesmo tempo em que comemoram a inauguração das obras do terminal ferroviário de Itiquira, o governador Silval Barbosa (PMDB) não tem nenhuma garantia do prazo sobre a chegada dos trilhos a Cuiabá. Em entrevista neste sábado, ele reconheceu que o compromisso da extensão da ferrovia até a Capital foi uma promessa de campanha tanto dele quanto da hoje presidente Dilma Rousseff (PT), mas garante apenas a conclusão da obra até Rondonópolis até o final do seu governo. Espera que em agosto do próximo ano consiga inaugurar a obra já na cidade-pólo do Sul mato-grossense.
“Vamos trabalhar muito. Eu não vou me comprometer porque não depende só do esforço do Estado, mas independente do esforço nós vamos lutar e queremos ver a ferrovia chegar a Rondonópolis e ir rumo a Cuiabá. Vamos lutar muito para isso”, diz Silval, depois do descerramento da placa de início das obras.

Mesmo diante da incerteza da extensão da Ferronorte, os políticos se mostraram otimistas com a inauguração, que tem apenas 35 km de trilhos, faltando mais de 70 km para sua chegada a Itiquira. O único sem histórico político relacionado à implementação da ferrovia, senador Pedro Taques (PDT), assumiu o compromisso de, daqui para frente, lutar pela sua ampliação.

Já o deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) preferiu lembrar sua luta no Congresso para a construção da ponte sobre o Rio Paraná. “Fomos eu o (então deputado federal) Vicente Vuolo conversar com o governador de São Paulo, na época, Orestes Quércia, para pedir a construção da ponte. No plenário, a obra era tida como maldita e superfaturada, mas conseguimos aprovar em 1997 aquele que foi o maior orçamento do Congresso no ano e hoje a ferrovia pode ser uma realidade”, destacou.

Foi justamente a falta de infraestrutura no Estado o que emperrou, segundo o presidente da América Latina Logística (ALL), Paulo Basílio, o desenvolvimento da ferrovia em Mato Grosso. Afirma que, depois que o prefeito de Itiquira, Ernani José Sander, o Nani (PSDB), juntamente com o ex-governador Blairo Maggi (PR), intercederam para que a empresa tocasse a obra foram necessários mais de três anos para garantir a infraestrutura mínima. Inclusive, a instalação do Terminal Ferroviário Celi Triques em Itiquira, que não estava previsto no projeto inicial da obra, contou com a iniciativa do prefeito, que comprou a área onde o terminal será construído e doou-a para a Seara.

Outro impasse que teve de ser solucionado antes da ferrovia virar realidade no município foi a questão ambiental. “O Nani transformou meu escritório numa extensão de seu gabinete, de tanto que ele ia me pedir ajuda”, ressaltou Bezerra. O prefeito foi elogiado durante toda a solenidade pelas lideranças. Destacaram que ele demonstra vontade política que ultrapassa as barreiras partidárias. “Mesmo eu dizendo que apoiava a candidatura do meu amigo (o ex-governador) Rogério Salles (PSDB), o deputado não deixou de me atender e foi comigo a Brasília interceder junto ao Ibama”, completou Bezerra.

Um dos mais emocionados foi o secretário extraordinário de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo (PR), filho do ex-deputado Vicente Vuolo, nome dado à ferrovia. Ele lembrou do esforço do pai para que esse sonho se tornasse realidade. “Fazem 35 anos que o projeto de lei que cria essa ferrovia foi apresentado pelo meu pai, foi aprovado pelo presidente Ernesto Geisel”, lembrou.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Obra de terminal é lançada


Laís Costa Marques
Da Redação - Jornal A Gazeta

As obras do terminal intermodal de cargas da Ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte) em Itiquira (a 357 km da Capital) serão lançadas amanhã (19). Com capacidade para movimentar 2,5 milhões de toneladas por ano, a estação integra o plano de expansão dos trilhos da Ferronorte até Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), executado pela concessionária América Latina Logística (ALL) e cujo projeto total está avaliado em R$ 700 milhões.

A construção deverá empregar 210 trabalhadores e até agosto o terminal deve começar a entrar em operação. A principal função do empreendimento está no escoamento da produção agrícola do Estado. A empresa Seara, por exemplo, fez um investimento de R$ 40 milhões na execução das obras de um terminal graneleiro intermodal para o transbordo de soja, milho, sorgo e farelo destinados à exportação.

O superintendente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Seneri Paludo, confirma o benefício que a nova estação de cargas trará ao setor produtivo primário do Estado. "O fluxo será maior e consequentemente desafoga as rodovias". Com relação aos custos, Paludo explica que estudos ainda não foram elaborados para identificar o impacto, mas que com certeza com maior agilidade, a logística se torna mais eficiente e assim diminui o valor. "O importante é construir a união entre os modais. Não se limitar ao rodoviário, mas integrá-lo ao ferroviário e ao hidroviário, que seria a melhor solução para o escoamento da produção de Mato Grosso".

Para o diretor de Logística da Seara, Jorge Yoshii, o projeto é positivo, não só para a logística da empresa, mas para toda a região. "O terminal irá viabilizar o escoamento através do modal ferroviário, melhorando o resultado da operação e diminuindo o tráfego de caminhões para os principais portos de grãos do país. Isto é, o terminal irá trazer competitividade a todos os produtores da região Norte de MT e MS".

Além dos benefícios para o escoamento da produção, o projeto também refletiu na economia da cidade. No entorno do terminal será construído um distrito, com diversas empresas já manifestando interesse em construir armazéns no entorno do terminal, sendo a Seara a primeira a confirmar a instalação e, de acordo com o prefeito de Itiquira Ernani José Sander (PSDB), uma usina de álcool de Sonora (MS) também está em negociação para a vinda para o Estado. O governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), participa da inauguração das obras, juntamente com o presidente da ALL, Paulo Basílio, e o presidente do Grupo Seara, Santo Zanin, o prefeito do município. (Com Assessoria)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Intermodalidade e logística em MT - 1


ILSON SANCHES
Artigo - Midianews


A inauguração, pelo Governo do Estado de Mato Grosso, no dia 19, de mais um terminal da Ferrovia Senador Vicente Vuolo, a Ferronorte, no município de Itiquira, 357 km ao sul de Cuiabá, representa um avanço, uma confirmação e uma nova perspectiva de modernidade no sistema de viação integrada no Brasil. A estação que será lançada faz parte de um projeto ligando, por ferrovia, o Estado, a partir de Cuiabá, ao Porto de Santos (SP).

Técnica e politicamente este não é um projeto isolado. É um projeto sistêmico e integrado, e, além disso, corresponde a uma nova perspectiva de desenvolvimento, não apenas para o setor de transporte, mas também para o país que deve, desta forma, consolidar um modelo de desenvolvimento intermodal como base de sustentação das cadeias produtivas interna e externa.

Há muito, desde a época do Barão de Mauá, o país deveria ter elegido como prioritária a construção de um sistema ferroviário e que foi obstada pelo próprio Estado, por receio de crescimento excessivo do sistema capitalista privado e consequente perda de poder do Império.

O sinal do "acorda Brasil" foi dado e deve ter continuidade, e sem "solução de continuidade", pois temos que recuperar o atraso em relação aos outros países.

De há muito sofremos a insuficiência de infra-estrutura que não permite redução de custos e economias de escala para aumentar a competitividade. Fatos econômicos estes que diminuem a dinâmica do desenvolvimento industrial e agrícola e provocam consequências difíceis de serem superadas, como as que há muito anos despendemos esforços para superar.

Esta mais recente visão geopolítica passa a exigir uma outra etapa importante no avanço da modernidade. O pensar técnica e geopoliticamente este modelo exige conceitos e estudos de um novo estágio na metodologia governamental que, diga-se, en passant, já foi dado pelo governo do Estado com a recente criação da Secretaria de Logística Intermodal de Transporte.

Vários projetos rodoferroviários estão em andamento no Brasil e em gestação incluindo uma esperança de forte articulação com o sistema urbano, em que algumas cidades já apresentaram desastres irrecuperáveis em vidas e patrimônios. E o planejamento urbano-regional-nacional parece, agora, ser visto como uma prioridade estratégica nacional, esta é uma grande esperança. Mas, não basta! O avanço deve continuar. E o que falta ainda?

A tímida visão ferroviária que passa por uma aceleração, inclusive com previsão no PAC e no Programa Nacional de Segurança Ferroviária em Áreas Urbanas (Prosefer), com certeza imprimirá um novo ritmo de velocidade e de crescimento, o que é absolutamente necessário, pois, existem sistemas retrógrados ainda em operação. E algumas rotas não oferecem nem logística de carga, nem de passageiros em seu entorno.

Isto faz com que as empresas suportem fortes prejuízos e ineficiências operacionais. E, ainda alimentam o sistema rodoviário, inadequadamente. Este, ainda precário e com gargalos de fortes desperdícios. Ao mesmo tempo, não estimulam nem viagens de negócios, nem turismo nos trens, a não ser a curtas distâncias, com poucos resultados econômicos para o país.

O DNIT, felizmente, assumiu uma nova função diante deste novo modelo. Sempre foi um órgão executor das políticas de infra-estrutura do governo. E, agora, é também gestor do patrimônio ferroviário.

O sistema conta, então, com suas variáveis estratégicas prontas para esta segunda etapa de operação. E que exige uma nova concepção. É esta a de fragmentação dos processos logísticos, o que quer dizer definir políticas de estímulo às atividades terceirizadas, empresariais, portanto, em contraposição à estrutura tradicional de empresas verticalizadas. A nova logística integrada exige novas concepções de desenvolvimento empresarial e a mudança do modelo jurídico visando estimularem agentes e empresas especializadas, nas partes específicas do processo.

No Brasil e em Mato Grosso, principalmente, há que se criar ainda um forte mecanismo de apoio ao crescimento da terceirização das operações logísticas e das fusões, aquisições, incorporações e joint ventures, que têm por base a Lei n.º 6.404/76. Especialmente, sendo dado início pela indústria e comércio de bens de consumo e de produção no segundo momento. (Continua)

ILSON SANCHES é advogado e professor universitário em MT.
www.ilsonsanches.com
ilson@ilsonsanches.com

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Obra em Itiquira será lançada dia 19


Da Redação
Diário de Cuiabá

A continuidade de um sonho e um marco histórico para uma cidade da região Sul de Mato Grosso e para todo o Estado está prestes a iniciar. Com o lançamento das obras do Terminal Ferroviário em Itiquira, no próximo sábado, o desenvolvimento e o avanço da economia estará presente não só naquela região, mas em todos os municípios do Estado. O lançamento contará com a presença do governador Silval Barbosa, de autoridades da região e de todo o Estado e do Governo Federal.

Afinal, a Ferronorte é sinônimo de desenvolvimento e crescimento econômico devido à facilidade, agilidade e baixo custo do frete, proporcionando geração de emprego e renda devido à movimentação do comércio e atração de indústrias.

DESENVOLVIMENTO

Um exemplo que mostra o que a Ferrovia leva de desenvolvimento à população pode ser encontrado no município de Alto Taquari (450 Km ao Sul de Cuiabá), que recebeu os trilhos no ano de 1999 e passou por uma transformação que é relatada por moradores que há muito tempo esperavam por melhorias na cidade e atualmente têm a consciência da necessidade de uma logística intermodal – na qual o papel da Ferronorte tem um papel estratégico.

Para tanto a nova gestão estadual criou a Secretaria-extraordinária de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes (Selit), que garante ao Estado um acompanhamento mais de perto e a condição de proporcionar maior celeridade a essas obras, intervindo de forma positiva em ações como essa.

QUALIDADE DE VIDA

Foi o que comprovou a população de Alto Taquari, onde a qualidade de vida da população cresceu consideravelmente após a chegada da ferrovia e comprovam essas mudanças e a necessidade de se investir mais, principalmente na qualificação da mão de obra para atender as novas demandas que o mercado está exigindo. Essa é uma das imposições do comércio que se aloja nas regiões onde chegam os trilhos: pessoas capacitadas para atender a demanda que tende a crescer com o desenvolvimento e o progresso.

Para o secretário da Selit, Francisco Vuolo, a ferrovia já é uma realidade em Mato Grosso e com ela vem o avanço para o interior mato-grossense. Segundo ele, além da maior competitividade nas regiões por onde passam os trilhos, a ferrovia acarreta a redução do custo do frete para o setor produtivo, principalmente na parte agrícola de grãos. O fomento da economia em Itiquira será garantido pela atração de indústrias, fortalecendo economicamente toda aquela área. “Serão gerados inúmeros empregos diretos como já está acontecendo na sua construção, bem como de forma indireta com atração de indústrias”, disse.

As regiões que recebem obras desse porte, até então, segundo Vuolo, eram pouco conhecidas ou pouco representavam para o desenvolvimento econômico do Estado e do País. Com o escoamento da produção e em termos em esfera nacional, de acordo com o secretário, a ferrovia como um todo já representa cerca de 39% da exportação da produção de grãos que chega ao porto de Santos apenas pela ferrovia em Mato Grosso.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Prefeitura de Itiquira autoriza doação de área para construção do terminal da ferrovia


Assessoria - Site Primeira Hora

Em 2010 as obras do novo trecho da ferrovia Ferronorte, entre Alto Araguaia e Rondonópolis, começaram a avançar de fato. São aproximadamente 220 quilômetros entre essas duas cidades que serão ligadas pela ferrovia. Quem acompanha de perto o deslanchar das obras é o prefeito de Itiquira, Ernani José Sander, o Nani (PSDB), que também receberá os trilhos da ferrovia em seu município nesse novo trecho.
O prefeito quer que os trilhos fomentem o turismo da região. Para isso, assinou documento que autoriza a doação de uma área de quase 80 hectares para a construção do terminal de embarque em Itiquira, que ficará a 14 km do município. O terminal será ajustado para carga de soja, milho, algodão, defensivos agrícolas e álcool.
Segundo o prefeito Nani, para começar as obras teve que ir várias vezes à Brasília. “Hoje o sonho do terminal é realidade”, disse. O material para a construção do terminal já está em Itiquira aguardando a assinatura da área para a América Latina Logística (ALL) começar a obra.
A construção do terminal fomentará 200 empregos diretos e indiretos no município.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Obras do terminal de Itiquira serão lançadas em fevereiro


RDnews - João Negrão, de Brasília

As obras do terminal ferroviário da Ferronorte em Itiquira, ao Sul de Mato Grosso, serão lançadas em 19 de fevereiro. A informação é do secretário extraordinário de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo, que vem a Brasília na próxima semana para tratar desse e outros assuntos ligados à sua pasta (foto ao lado do Prefeito de Iquira Ernani Sander "Nani" verificando o local onde será instalado o terminal ferroviário).

Francisco Vuolo informou ao RDNews que sua agenda em Brasília inclui uma reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, para discutir um cronograma de obras para o aeroporto internacional Marechal Rondon. Em entrevista, o republicano lembrou que a responsabilidade pelo aeroporto é do governo federal.

Segundo Vuolo, já houve a liberação ambiental para que as obras do terminal de Itiquira ocorram, esta etapa era tida como único entrave para começar os trabalhos. Os trilhos da Ferronorte já avançaram de Alto Araguaia para Itiquira 40 quilômetros. Também já tem mais 100 quilômetros de terraplanagem. Ao todo são 197 quilômetros, que devem ser totalmente concluídos ainda este ano, calcula o secretário. De Itiquira a Ferronorte seguirá para Rondonópolis. Aí serão pouco mais de 60 quilômetros.

Em Brasília, Francisco Vuolo manterá contato ainda com o diretor do DNIT, Luiz Antonio Pagot, com o qual discutirá o encaminhamento de projetos de infraestrutura de transporte que estão em execução e em planejamento para Mato Grosso. O Ministro dos Transportes, Alexandre Nascimento, também será visitado

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Trecho da Ferronorte está 40 % concluído


Vivian Lessa
Da Redação - A Gazeta

A construção do trecho da ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte), que irá interligar os municípios de Alto Araguaia e Rondonópolis, está com 40% das obras executadas. A distância entre as duas cidades é de 260 quilômetros. A ferrovia é um importante modal esperado pelos produtos e industriais de Mato Grosso, pois ajudará no escoamento da produção, com frete reduzido se comparado ao rodoviário.

Na última semana, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) emitiu a licença para a instalação do terminal da América Latina Logística (ALL), em Itiquira, por onde passarão os trilhos até chegar em Rondonópolis. O investimento na construção do trecho está estimado em R$ 800 milhões, segundo o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Conforme ele, cerca de 60 km já passaram por terraplanagem, considerando que os trilhos foram instalados ao longo de 40 km. "Estamos com quase metade da obra concluída". A construção do terminal de Itiquira terá início ainda este mês, com previsão de término em 6 meses.

A licença emitida pelo Ibama, segundo o superintendente do órgão em Mato Grosso, Ramiro Martins Costa, considerou todo um estudo de impacto ambiental e social. Ele explica que a Licença de Instalação (LI) abrange a Licença Prévia (LP), e considera também as audiências realizadas com a comunidade.

Ele acrescenta que, após a construção do terminal, ainda será necessário liberar a Licença de Operação (LO). A área cedida pela Prefeitura de Itiquira, localizada a 14 quilômetros do centro da cidade tem 73 hectares. Conforme a ALL, a capacidade do terminal será para carregar um trem com 120 vagões por dia, com a possibilidade de aumento gradativo de até dois trens/dia. Aproximadamente 200 colaboradores de Itiquira trabalharão no projeto.

Outro investimento ferroviário projetado para Mato Grosso é a chegada dos trilhos de Rondonópolis a Cuiabá, somando cerca de 200 km. Conforme o secretário estadual de Logística Intermodal de Transporte (Selit), Francisco Vuolo, essa obra custará cerca de R$ 750 milhões, devendo ser iniciada após a conclusão do trecho entre Alto Araguaia e Rondonópolis, prevista para 2012. Conforme ele, é estudada a possibilidade de transportar passageiros neste trecho, além grãos e farelos. A empresa que executará a obra será definida após a conclusão dos estudos de impacto, executados pelo governo de MT.